Playlist: Aniversário do Caio

Fala, rocker! Feeling alright?

Hoje é sexta-feira e, como você já sabe, é sempre dia de som aqui no Santuário.

Como ontem – dia 6 de outubro – foi meu aniversário, ganhei uma playlist exclusiva de presente da Santo Rock!

E como meu papel aqui é compartilhar as melhores histórias do Rock N’ Roll com você, resolvi escolher algumas de minhas músicas favoritas que carregam histórias incríveis e que eu te conto na sequência.

Então solta o play aí e depois me conta o que achou, demorou?

Ah, e pode comentar aqui no blog e me desejar os parabéns, rocker!


Tem Spotify? Escute por aqui e segue a gente!


1. Aerosmith – Ain’t That A Bitch

Não poderia abrir de outra forma senão com um som do Aerosmith.

Quando o Marco me convidou pra fazer parte do Garage Club Aerosmith eu pensei: “escrever sobre uma de minhas bandas favoritas TODOS OS DIAS até os dias dos shows? Sim, claro. Vamo nessa!”.

Cresci ouvindo os maiores hits do Aerosmith com a minha mãe muito antes de saber que eles eram (e ainda são) a maior banda da América e “Ain’t That A Bitch” não só é uma de minhas músicas favoritas como também está no clássico álbum de estúdio da banda e que também é um de meus favoritos, oNine Lives“.

Além de trazer hits como “Falling in Love (Is Hard on the Knees)“, “Hole in My Soul“, “Taste of India“, “Full Circle“, “Pink” e a própria “Nine Lives” – que traz Steven Tyler aos berros como um gato alucinado, uma história que eu adoro sobre esse álbum é sobre a capa censurada do nine Lives.

Quem tá no Garage Club Aerosmith já tá sabendo, mas vou contar aqui.

Essa é a famosa capa do Nine Lives que conhecemos:

Mas em 1997, o Aerosmith tinha outros planos para a imagem de capa de seu 12º álbum de estúdio.

Os caras já haviam enfrentado problemas com alguns defensores dos direitos dos animais pela polêmica (“Mamilos!”) imagem de capa do álbum antecessor, o Get A Grip, de 1993, que traz uma vaca usando um piercing.

Get a Grip (1993)

Na época, o Aerosmith foi acusado por maus tratos aos pobres e indefesos animais. Acontece que o Photoshop ainda não era tão popular e os tais defensores não se ligaram que a imagem se tratava de uma montagem (invejosos dirão que é real!).

O “Nine Lives” foi além e quase gerou conflitos entre a banda e o mercado indiano, pois a capa original apresentava a imagem da divindade hindu Krishna com uma cabeça de gato dançando na cabeça do demônio-serpente Kaliya.

A proposta de capa original do Nine Lives (1997) que foi censurada

A arte fez com que a gravadora Columbia Records pedisse desculpas ao público indiano e em seguida substituísse a imagem pela capa como tradicionalmente conhecemos, de um gato preso a uma roda (como aquelas de atiradores de facas que a gente vê em circos), embora a capa original ainda vague por algumas lojas de discos ao redor do mundo.

Sabia dessa?

Sabia que o Aerosmith foi a banda mais pedida na Santo Rock esse ano? Conheça nossas basics exclusivas Aero Wings nas versões Vintage e Rusty:


2. Guns N’ Roses – Civil War

Estamos a menos de uma semana para o primeiro show do Aerosmith no Brasil, dia 11 de outubro em Porto Alegre. Dia 15 tem o segundo, em São Paulo e, dia 21, em Olinda, encerrando a passagem da banda pelo país e o Garage Club Aerosmith.

Mas este não é o único show grande que temos a oportunidade de assistir este ano.

Em novembro, temos o Guns N’ Roses com Slash e Duff McKagan de volta à banda e vai ter Garage Club Guns N’ Roses, rocker!

Então, é claro que não poderia deixar a banda mais perigosa do rock de fora dessa.

“Uma falha de comunicação”

Escolhi “Civil War” porque essa canção, além de ser a faixa de abertura do Use Your Illusion II – o primeiro cd de rock que eu comprei, traz uma introdução bem curiosa.

Eu sempre assisti a muitos filmes com meu pai e, ainda criança, gostava muito de um dos favoritos dele: o clássico norte-americano “Cool Hand Luke” (“Rebeldia Indomável”, no Brasil).

Cena do filme “Rebeldia Indomável”, de 1967. “Ninguém consegue comer 50 ovos!”.

A primeira vez que ouvi “Civil War”, devia ter uns 11 anos e já reconheci o discurso na introdução. Fiquei louco! Corri pra contar a descoberta pro meu pai, que acabou adorando a música também.

Eis o discurso e a cena do filme de 1967, estrelado por Paul Newman:

“What we’ve got here is failure to communicate. Some men you just can’t reach. So you get what we had here last week, which is the way he wants it. Well, he gets it. I don’t like it any more than you men.”

E, de quebra, deixo aqui uma das camisetas da Santo Rock que mais gosto: a Appetite for Guns pra você, rocker!


3. Black Sabbath – Into the Void

Se logo de cara decidi escolher uma música de cada gigante do rock com passagem pelo país este ano, então o Sabbath com certeza está nessa playlist.

“Vai ter Garage Club Black Sabbath também?”

Vai? Será? Segura a ansiedade aí, rocker. Só o tempo irá dizer (Mas, sim, vai ter Garage Club Black Sabbath).

Escolhi a obscura “Into the Void” não apenas por ser uma de minhas favoritas do Black Sabbath e estar no Master of Reality, essa pepita de ouro negro do Rock N’ Roll. Mas também por tão foda, mas tão foda, que diversas bandas já tiveram a honra de regravar esse som. Se liga:

Tem a versão grunge furiosa do Soundgarden:

Tem a versão densa do Kyuss (primeira banda do Josh Homme do Queens of the Stone Age):

A homenagem virtuosa e cheia de berros de guitarra com os tradicionais harmônicos nas mãos de Zakk (Fucking) Wylde:

A stoner viajada do Sleep:

E a versão parruda do Orange Goblin:

Na verdade, tem outras “666 milhões” espalhadas pelo mundo. Essas são as mais famosas. Se você conhecer outra, manda aí pra gente ouvir!

“E camiseta do Black Sabbath exclusiva da Santo Rock, tem?”

Ô se tem! Clique e confira a nossa exclusiva Sabbath Cross!


4. David Bowie – The Hearts Filth Lesson

Como escolher apenas UMA dentre tantas e tantas músicas do Camaleão do Rock?

David Bowie é um dos deuses de nossa coleção Limited Edition e não é pra menos. Não vou entrar em detalhes, pois já listamos inúmeras razões de sua grandiosidade por aqui.

Resolvi então escolher “The Hearts Filthy Lesson”, por ser uma canção com um aspecto bem “fora da caixa” do que comumente é associado a David Bowie – mesmo que ele já tenha feito de tudo.

Ela tem uma pegada mais industrial e foi lançada no álbum Outside (“Lado de Fora”, em tradução livre), de 1995.

Eu conheci esse som porque essa é a música de encerramento do filme “Se7en – Sete Pecados Mortais”, do diretor David Finscher – particularmente, um de meus favoritos. A canção também tem a participação de Brian Eno, como produtor e responsável pela adição de efeitos sonoros obscuros que marcam essa fase industrial de Bowie.

Conheça a homenagem ao deus David Bowie exclusiva da Santo Rock: a Limited Edition Bowie.


5. Jimi Hendrix – Killing Floor

A primeira vez que eu ouvi Jimi Hendrix, tive a mesma reação que a maioria dos guitarristas deve ter: “Não pode ser. Esse cara não tá tocando o mesmo instrumento que eu e soando assim“.

Se você leu a história “Jimi Hendrix – O dia em que a alma ardeu“, sabe por que Jimi é um dos protagonistas de nossa coleção Bad Attitude e sabe a importância do festival de Monterey na trajetória do guitarrista.

Sou tão fã desse festival de 1966 que, em uma viagem para a Califórnia, arrastei minha família pro mesmo local onde Jimi incendiou a guitarra, mesmo não tendo uma “micro-homenagem” sequer sobre esse dia incrível.

Na minha humilde opinião, essa é a melhor versão de “Killing Floor” de todos os tempos!

*Não tem a versão de Killing Floor ao vivo em Monterey no YouTube, então coloquei a do Fillmore East que também é sensacional!

Aqui, uma das minhas favoritas: special Bad Attitude Hendrix. “Excuse me while I kiss the sky!”


6. Nirvana – School

A primeira vez que eu ouvi Nirvana pra valer foi quando ganhei o álbum ao vivoFrom The Muddy Banks of the Wishkah“, que abre com uma versão violenta deSchool“.

From The Muddy Banks of the Wishkah

Por mais que o Pat Smear (Foo Fighters) seja guitarrista de apoio em algumas músicas desse ao vivo, pensar que o Nirvana são apenas três caras fazendo um som tão furioso, simples e visceral me deixa boquiaberto. O peso da batera do Dave Grohl também é assombroso.

Kurt Cobain era um ser humano único e, por maior que fosse seu incômodo mundano, sua mente criativa e talentosa somada ao espírito livre, consagraram-no um deus do rock em nossa coleção Limited Edition.


7. Pantera – Primal Concrete Sledge

Um dos primeiros conteúdos que eu escrevi pra Santo Rock, já foi uma pedrada logo de cara sobre a banda que foi da água pro vinho e mudou a história do metal: o Pantera.

Abordei a história do álbum que batiza nossa basic exclusiva da banda, o “Cowboys From Hell.

Dimebag Darrell, Vinnie Paul, Phil Anselmo e Rex Brown – que fase…

Esse álbum foi o divisor de águas para a banda, que abandonou o visual glam e trocou a pegada hard rock por uma atitude selvagem e furiosa que consagrou o Pantera que conhecemos.

Escolhi a minha favorita do álbum: “Primal Concrete Sledge“. Como eu amo as marteladas de quando esse som chega em 1 minuto e 03 segundos!


8. Ministry – Just One Fix

O Ministry é uma das minhas bandas favoritas e eu até fui de fotógrafo ao show dos caras só pra poder ver a banda ao vivo (mas outro dia eu conto essa história em detalhes).

Escolhi “Just One Fix” não apenas por ser uma de minhas músicas favoritas, mas também porque existem duas versões oficiais desse som: a original, lançada em 1992 no álbum KE*A*H** (Pslam 69) e versão remasterizada para o clipe.

A versão original está no Spotify e o clipe está na playlist de YouTube. Vale muito a pena conferir as duas!

Além disso, não sei se você sabe, rocker, mas uma das bandas nacionais mais importantes do metal já regravou esse som. Sabe de qual banda estou falando?


9. KISS – Deuce

Deuce” é uma das, senão a minha música favorita do KISS. A canção foi escrita em 1974 por Gene Simmons e está no álbum de estreia da banda, intitulado KISS.

“Deuce” é a tradicional música de abertura dos shows do KISS e foi executada em quase todas as turnês da banda.

De acordo com Simmons, ele simplesmente copiou a linha de baixo da canção Bitch” dos Stones para compor “Deuce” e tocou uma versão mais ou menos de trás pra frente. Sabia dessa?

Não é pra menos que Gene é um de nossos deus, com a Limited Edition Simmons.

Para Ace Frehley, a canção também tem um significado especial. Além de ser uma de suas favoritas, foi a canção que o introduziu à banda. “Quando fiz o teste para entrar no Kiss”, lembra Frehley , “eles disseram: ‘Nós vamos tocar uma música para você ouvir, em seguida, tente tocar junto. Essa é em La’. E aí eles tocaram Deuce. Eu pensei, ‘isso é fácil’, então eu me levantei e improvisei uma linha solo durante os quatro minutos”. Demais, não?


10. Kyuss – Demon Cleaner

Para quem não conhece a banda, Kyuss pronuncia-se Kayus (quase o plural do meu nome) e é uma das bandas precursoras do stoner.

Meu álbum favorito é o Wretch (o primeiro da banda, de 1991), mas resolvi colocar “Demon Cleaner” (do álbum Welcome to Sky Valley, de 1994) pela relação mística que eu tenho para com meus aniversários.

Acho que essa data, na verdade, é sempre um bom momento para reflexão e renovação. E essa música fala justamente sobre isso, sobre “limpar as teias de aranha no caminho e curar os demônios internos“.

Acho uma boa dica pra quem quiser conhecer a primeira banda de Josh Homme, do Queens of the Stone Age, como guitarrista.


11. Beatles – Free As A Bird

Free as a Bird” era uma canção inacabada, composta e registrada em 1977 por John Lennon em uma fita demo caseira.

Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr finalizaram a música em 1994 e lançaram em 4 de novembro de 1995, como parte de um promo para o lançamento do The Beatles Anthology, a coletânea definitiva em áudio e vídeo dos Beatles (Quem tem essa parada sabe o quão maravilhosa essa coletânea é).

O videoclipe deFree as a Bird” (que está na playlist de YouTube) ganhou o Grammy Award de “Melhor Performance Pop por um Duo ou Grupo com Vocais” em 1997 .

Mesma que finalizada postumamente, essa é considerada a última música dos Beatles.

Essa história é digna de verdadeiros fãs de Beatles, que merecem a nossa basic exclusiva Beatlemania.


12. Dirty Mac – Yer Blues

Não só uma das músicas que eu mais gosto no mundo, como também traz uma das curiosidades do Rock N Roll que eu mais gosto!

Mancada falar de Beatles e não falar de Stones. Então vou misturar um pouco essa receita.

A canção “Yer Blues” originalmente é dos Beatles e está no White Album (1968). É um bom blues de John Lennon, mas nem se comparar com o que Lennon foi capaz de recriar junto a Keith Richards no baixo, ninguém menos do que Eric Clapton na guitarra solo e o batera que acompanhou Jimi Hendrix por mais tempo, Mitch Mitchell. Que formação pesada!

Dirty Mac

Essa versão da banda que “nasceu e morreu no mesmo dia” foi tocada no famoso festival dos Rolling Stones, o Rock N Roll Circus, gravado em 1968 e lançado como filme em 1996.

A Dirty Mac foi criada para tocar só esse som e só nesse dia. A performance da banda com “Yer Blues” foi tão incrível/surreal/maravilhosa/intensa (escolha um adjetivo de adoração e inclua aqui) que se destacou dentre apresentações incríveis de nomes como The Who e Jethro Tull (com Tony Iommi como guitarrista da banda), além é claro dos donos da festa, os Stones.

O vídeo da playlist de YouTube abre com uma conversa entre John Lennon e Mick Jagger, que parece estar maravilhado por estar batendo esse papo enquanto Lennon como um miojo ou sei lá o que é aquilo. Bom, quem em sã consciência não estaria?


13. Led Zeppelin – Since I’ve Been Loving You

Led Zeppelin é minha banda de coração desde que eu tinha 12 anos de idade.

O primeiro cd do Led Zeppelin que eu comprei foi o volume III. Ainda arrepio de ouvir “Immigrant Song” e “Out On The Tiles“, mas “Since I’ve Been Loving You” tem uma coisa meio mística que me intriga.

Não tenho (e nem preciso de) mais motivos para incluir essa canção à playlist a não ser “porque é Led Zeppelin!“. Quer mais o que?!


14. Pink Floyd – Great Gig in the Sky

Sou fanático por Bob Dylan. Quando fui ao show dele, mal consegui subir as escadas até onde ele estava tocando de tanta tensão e emoção. E o que todos sabem sobre Dylan é que ele não é um bom vocalista, não é um bom violonista e nem um bom gaitista. Então por que gostamos tanto de Dylan? Assim como Raul Seixas, suas composições incríveis devem-se à simplicidade das melodias e, é claro… às letras impressionantes!

Agora, o Pink Floyd é tão genial que conseguiu fazer uma das músicas mais incríveis e intensas que eu já ouvi sem letra alguma, onde a voz é colocada como um novo instrumento.

No começo da sessão de gravação de “Great Gig in the Sky” para o álbum épico do Pink Floyd do qual nasceu nossa exclusiva e homônima Dark Side of the Moon, a banda tocou o instrumental para a vocalista britânica Clare Torry (detalhe: que na época tinha apenas 22 anos de idade) e disse muito pouco a ela, simplesmente pedindo para que ela improvisasse uma linha vocal.

Clare Torry, a voz em Great Gig In The Sky

No início, ela teve dificuldade para entender o que eles queriam, mas acabou se inspirando ao ouvir o instrumental, com o pensamento “talvez eu apenas deva imaginar que sou um mais um instrumento“. Ela gravou dois takes completos, sendo o segundo mais emotivo que o primeiro. David Gilmour pediu para que ela gravasse um terceiro take, mas, no meio dele, Clare parou sentindo que estava sendo repetitiva e que já havia feito o melhor que podia.

A faixa final do álbum foi montada com partes extraídas dos três takes de Clare. Os membros do Pink Floyd ficaram profundamente impressionados com a performance de Clare, mas foram tão reservados que, quando foi embora, Clare achou que nenhum de seus takes seriam aproveitados. Ela só soube quando viu o álbum numa loja de discos, e por acaso viu seu nome nos créditos. Então ela comprou o álbum e pela primeira vez ouviu o resultado final.

Sobre as vozes

Na introdução, é possível ouvir um breve discurso que também é parte das entrevistas realizadas com pessoas do dia-a-dia de maneira espontânea.

Neste caso, a fala é do zelador do Abbey Road Studios da época, Gerry O’Driscoll, onde o álbum icônico foi gravado.
A frase diz: “And I am not frightened of dying. Any time will do, I don’t mind. Why should I be frightened of dying? There’s no reason for it — you’ve got to go sometime” (“E eu não tenho medo de morrer. Posso ir a qualquer hora, não me importo. Por que eu deveria ter medo de morrer? Não há razão pra isso — uma hora você vai ter que ir”).
Um pouco mais adiante na mesma canção, uma voz feminina diz “I never said I was frightened of dying” (“Eu nunca disse que tinha medo de morrer”). Essa voz pertence a Patricia ‘Puddie’ Watts, esposa de Peter Watts, o chefe de logística do estúdio.

15. Red Hot Chili Peppers – Venice Queen 

O Red Hot Chili Peppers mudou pra sempre a minha vida quando, no meu primeiro ano de faculdade de Jornalismo, li a biografia de Anthony Kieds, intitulada Scar Tissue.

A história é tão envolvente e bem narrada que eu passei mais de 48 horas acordado porque não conseguia parar de ler.

Venice Queenfoi escrita por Anthony Kiedis em homenagem a sua amiga de infância, que tinha câncer e já estava em estado terminal. Seus amigos arrecadaram certa quantia de dinheiro e presentearam Gloria (nome da amiga de AK) com uma casa de praia, para passar o resto de sua vida.

Anthony Kiedis e Flea tocando em Venice Beach (Califórnia) em 2011, nas gravações do clipe de “The Adventures of Rain Dance Maggie”

Venice Queen” significa “Rainha de Venice”, a praia Venice Beach, em Los Angeles, onde Gloria passou o resto de sua vida.

No refrão, da música Anthony Kiedis diz: “G-L-O-R-I-A” (soletra o nome de Gloria), e também: “… is love my friend” (dizendo que ama sua amiga). E na versão ao vivo do Slane Castle (que está na playlist de YouTube), AK diz no fim da música: “Goodbye” (“Adeus”) e também diz “So long” (“Até mais”). Ou seja, Adeus, até daqui a pouco. Indicando que ele pretende encontrá-la onde ela estiver.


É isso, rocker! Espero que você tenha gostado.

E  também espero escapar da lendária Maldição dos 27, uma infeliz coincidência entre artistas que deixaram este mundo, como Robert JohnsonBrian Jones, nosso bad attitude Jimi Hendrix, Janis Joplin, dois deuses da Limited Edition Jim Morrison e Kurt Cobain e Amy Winehouse aos 27 anos de idade. Brincadeira, rocker. Só pra não deixar essa história passar batida.

news-blog-bigbanner-niver-caio

Até a próxima! Um abraço!

Tamo junto e Let’s Rock!

About Caio Latorre view all posts

Um verdadeiro colecionador de curiosidades. I can't get no satisfaction! Lennon disse: "a genialidade é um tipo de loucura". Sejamos insanos em nome do amor ao Rock n Roll. Prazer, Latorre! "O café tá pronto?"

0 Comments Join the Conversation →

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *