Cities on fire: começa hoje a viagem mais quente do ano!

Hey, rocker! Beleza?

Chega essa época do ano e já começa a chover. Não, não to falando nem de enchente, nem de previsão do tempo.

O que chove é email na minha caixa fuzilando: “E aí, Demirão, vocês vão lançar umas regatas? Verão tá chegando…”.

Bom, se você não tá se aguentando de curiosidade…

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…agora, se você aguentar mais um pouquinho, tenho grandes novidades pra revelar e que vão tomar as próximas semanas que são tão, ou até mais legais do que as tais regatas (fodas!) que criamos para essa coleção. 

É engraçado pensar em rocker pedindo regata, mas isso tem um sabor de realização e me instiga a uma reflexão maior. Várias perguntas me surgiram à cabeça nos últimos meses e as respostas (ainda bem) me encontraram na forma de produtos e acessórios para essa nova coleção. Algumas dessas questões, ilustram as imagens das próximas linhas.

Onde tudo começou: sou do interior de São Paulo e a figura do metalhead intransigente era constante na minha infância. Não admitir nada além de uma camiseta-tradicional-preta quando o assunto é Rock era mais que um mantra, era uma seita. Ainda bem, que estamos ajudando a enterrar esse pensamento curto e empoeirado.

Eu já cansei do estereótipo do que a gente deve ou não deve ser. Como brasileiros, como pessoas, como rockers. E você?

Quando alguém começa uma frase com “roqueiro de verdade é/faz/pensa…” pode ter certeza que o que vai chover mesmo é preconceito.

Mas por quê isso acontece?

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Prefiro pensar que não é má intenção.

Afinal, é de rockers que estamos falando e juntos devemos permanecer. Talvez seja impaciência, medo ou aquela postura defensiva de quem tenta de algum jeito reforçar um estilo que já foi tão maltratado aqui nesse continente. Bichos acuados, contra tudo e contra todos.

Antes de partir pra discussão, vamos tentar entender. É tão fácil cair no bate-boca que não vale a pena, ainda mais hoje em dia em que (quase) tudo na internet acaba nisso.

Opinião política? Parece fla-flu.

Reflexões sociais? Dá-lhe textão pregando evangelho pra quem já é convertido.

Crítica musical? Tá pior que a Gloria Pires comentando o Oscar (um beijo, Glorinha!).

Fico pensando nisso às vezes. E foi misturando essa vontade de amansar as disputas internas do mundo Rock com algumas ideias que ficam pairando no ar aqui no Santuário, que chegamos em uma pergunta: “Já que a gente acha que conhece tão bem o Rock no Brasil, como é que é o Rock ao redor do mundo?”

Pode parar! Não responda ainda porque de uma coisa eu tenho certeza: você não sabe.

“Ah, mas Demiro, eu vivi 10 anos na Austrália e fui em todos os bares Rock que existiam lá”. Você chama isso de saber alguma coisa do mundo, jovem?

“Pera, Dedêzinho, fiz mochilão pela Ásia, cobri 9 bilhões de km em 30 dias e sei de tudo o que há pra descobrir sobre o Rock pros lados onde o sol nasce”. Não, garotinho ou garotinha, meio mundo não é mundo inteiro.

“Tá bom então, Demirão-sabichão, quem sabe? Você?”

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Claro que não. A resposta, pra te falar a verdade, é tão simples quanto a pergunta: não sabemos. E admitir a própria ignorância é um ótimo primeiro passo.

Porque logo depois disso vem lá do fundo uma vontade imensa de descobrir.

Quem são os rockers espalhados pelos quatro cantos do planeta, o que rola na noite das cidades onde os grandes movimentos nasceram?

Começa a acender em você agora uma fagulha que cresce, querendo saber mais sobre o que torna algumas dessas cidades verdadeiras fornalhas onde o Rock é gerado todos os dias.

Sim, ele está vivo. Essa é uma chama que nunca se apaga.

Misturamos turismo e Rock de uma forma que ninguém nunca fez. E pode isso? Se não puder, taí uma mais uma regra pro Rock quebrar. Queremos te oferecer uma passagem só de ida pra descobrir tudo isso com a gente. Ready?

É como já disse Einstein (ou Clarice Lispector ou o Chapolin Oficial): “Uma mente que se abre pra uma ideia nunca mais volta ao seu tamanho anterior”. 

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Você que nos acompanha já deve ter visto o quanto abraçamos a produção de conteúdo original nos últimos meses (Santo Netflix daqui um ano, será?). O Caio Latorre e o Marco Sinatura comandam uma rotina diária incessante pra colher tudo o que compartilhamos com você.

A cada postagem temos aprendido muito e a nossa vontade de ampliar isso só aumentou.

É exatamente por isso que, quando começamos a montar essa coleção, dividimos o esforço em duas frentes: o lado que iria trazer essas histórias de todos os lados do planeta e o lado que transformaria algumas delas em produtos que nós mesmos mataríamos pra ter.

Acredite, esse é o dilema de todos aqui mês após mês: segurar o salário pra não deixá-lo em compras na própria Santo Rock.

É claro que não seria viável lançarmos um item inspirado em cada uma das cidades que revisitamos nesses últimos meses (sim, estamos há meses viajando por esse mundão!).

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Mas tenho total certeza de que conseguimos condensar toda essa vontade de exploração em alguns marcos históricos, lugares, cidades e sentimentos que você que é apaixonado por Rock tanto quanto a gente vestiria sem pensar duas vezes.

É sempre assim, pode ter certeza: só lançamos o que achamos que ficou do caralho!

É exatamente por isso que os estoques se esgotam rápido. Que os reprints demoram mais que o planejado. Que muita gente fica namorando uma camiseta por semanas esperando o salário pingar ma conta pra aproveitar e às vezes acaba perdendo.

Prepare-se que os próximos dias vão ser bem especiais.

Estamos fechando nesse exato momento grandes histórias, planos de viagem e uma infinidade de experiências pra compartilhar com você. Tivermos que ir longe para nos aproximarmos de algumas respostas, e os caminhos que trilhamos não podem ficar guardados em nossas gavetas. Eles são tão nossos, quanto seus. Fica ligado!

Agora chega de conversa!

Clique aqui e corre pra conferir (e garantir) a sua nova camiseta ou acessório favorito: a coleção Cities on Fire já está no ar!

Rock it, baby!

About Demiro Ferrari view all posts

Entre seus grandes feitos já enfrentou uma multidão pra ver os Rolling Stones em Copacabana e dirigiu de San Francisco a Los Angeles só pra conferir uma banda cover do Doors no Whiskey a Go Go. Lamenta não ter visto James Brown ao vivo e acredita que os vícios fazem parte das virtudes assim como os venenos dos remédios.

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