Playlist: Machine Messiah, o novo álbum do Sepultura

Hey ho, rocker! Feeling alright?

Seguinte: como o prometido (desde o dia 28 de outubro de 2016), saiu hoje o tão aguardado álbum de estúdio de uma das bandas nacionais mais importantes para rock mundial: o Machine Messiah, do Sepultura.

Então a playlist de hoje não poderia ser outra senão o álbum na íntegra!

Ah! E não esquece de dar aquela olhada básica na oferta especial do dia pra não perder, tá?

Solta o play e confira algumas curiosidades na sequência. Bom dia de som, rocker!


Ouça na íntegra!

Confira também os dois clipes do álbum lançados no final do ano passado:


“Não, porque o Sepultura não é mais o mesmo sem o Max e…” Get over it!

Derrick Green, há 20 anos soltando a garganta com o Sepultura

Pra começar, apenas parem com esse saudosismo adolescente que não leva a nada! É verdade que o Arise, o Roots e o Chaos A.D. mudaram os paradigmas do peso do metal. Mas isso tem o que, mais de 20 anos?

Os tempos são outros e a banda é outra. Escute o Machine Messiah e você vai entender que trata-se de um álbum evoluído e marcante.

Em minha humilde opinião como o fã do Sepultura que sou, o melhor álbum com Derrick Green já lançado pela banda.


O conceito do álbum e a arte de capa

O guitarrista Andreas Kisser comentou: “A maior inspiração para o “Machine Messiah” é a robotização da sociedade atualmente. O conceito de um “Deus Máquina” que criou a humanidade, e agora parece que este ciclo chega ao fim, retornando ao ponto inicial”.

O clipe de Phantom Self” deixa isso bem claro, além de que a faixa começa com uma tradicional batucada “brasuca” (agora mesclada com violinos indianos) e deságua no peso do metal – aquele lance bem característico do Supultura ao estilo “Roots Bloody Roots” que a gente adora, fala aí!

A capa foi criada pela artista filipina Camille Della Rosa. A artista domina uma espécie de colagem surrealista que se aplica bem ao conceito do álbum.


Acompanhando o processo de gravação

Não sei se você viu, mas o Sepultura lançou alguns vídeos sobre todo o processo de gravação do Machine Messiah ao longo das gravações, num intervalo de uns 7 meses.

Eu montei uma playlist com todos esses vídeos pra você, porque achei bem interessante poder ver como os caras se relacionam em estúdio e com a música atualmente.

Os caras ainda gravaram dois vídeos com comentários de música à música (em inglês) do novo álbum e podem ser vistos aqui:

Também achei animal esse vídeo do menino prodígio Eloy Casagrande gravando a faixa “I Am The Enemy”:

Na boa, esse moleque é um E.T.

Não é pra menos que ele assumiu as pedradas do Igor Cavalera.


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Um abraço e bom final de semana, rocker!

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Um verdadeiro colecionador de curiosidades. I can't get no satisfaction! Lennon disse: "a genialidade é um tipo de loucura". Sejamos insanos em nome do amor ao Rock n Roll. Prazer, Latorre! "O café tá pronto?"

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